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Prevenção na Odontologia
O velho e bom ditado: "Prevenir é melhor que
remediar" é válido em todas as situações
do nosso cotidiano. Na odontologia não é diferente,
afinal se com alguns cuidados diários e mínimos
gastos anuais podemos manter saudável nossa boca, por
que não fazê-lo?
Colocando na balança o quanto se gasta para tratar
a doença bucal já instalada (cárie, doença
na gengiva, canal, etc) e o quanto se gastaria com os cuidados
diários (escovação dos dentes e língua,
uso do fio dental) e visitas regulares ao dentista, é
evidente que na segunda hipótese o dinheiro e o tempo
gastos são infinitamente menores.
O objetivo da prevenção é orientar as
pessoas a terem bons e adequados hábitos de higiene
bucal e auxiliar as crianças a crescerem com saúde
e talvez sem a necessidade de conhecer a sensação
de uma anestesia ou de um "motorzinho" removendo
a cárie.
Há quanto tempo você não procura seu
amigo dentista? Previna-se e marque uma consulta agora mesmo.
Peça a ele uma explicação sobre a melhor
forma de escovar os dentes e passar o fio dental. Assim você
terá sempre um belo sorriso estampado no rosto.
Artigo da Dra. Aline T. Chinen, CRO 66.555, membro da
Odontoclínica Especializada (Prevenção)
Qual a melhor idade para o tratamento ortodôntico?
Esta é a pergunta mais freqüente feita pelos
pais, existe uma idade ideal?
Em alguns casos o tratamento inicia-se em pacientes muito
jovens e finaliza-se apenas no final da adolescência.
Um tratamento muito longo poderá levar a um decréscimo
da motivação e cooperação do paciente
e dos pais ou responsáveis.
Por outro lado se o tratamento iniciar-se tardiamente os
resultados poderão ser insatisfatórios e necessitar
de intervenções cirúrgicas.
Antigamente o tratamento ortodôntico era realizado
apenas a dentadura permanente jovem, por volta de 10 a 12
anos de idade. A correção ortodôntica
ficava limitada a movimentações dentárias
e as correções ósseas maiores eram resolvidas
cirurgicamente.
Hoje com o desenvolvimento das pesquisas clínicas,
o conhecimento do crescimento crânio-facial e a malhora
das técnicas ortodônticas, são possíveis
evitar ou diminuir as desarmonias ósseas, fazer movimentações
dentária que favoreçam a erupção
dos dentes permanentes e o desenvolvimento normal da dentição,
com aparelhos mais simples em idades mais precoces.
O tratamento realizado em idade adequada traz melhores resultados,
facilita o tratamento e dá mais estabilidade oclusal
e funcional.
O que torna o tratamento ortodôntico longo ou curto
é o problema apresentado pelo paciente.
Atualmente a idade não impede as correções
dentárias, o tratamento ortodôntico.
Em adultos tornou-se muito freqüente. Desarmonias ósseas,
porém, podem ser evitadas, corrigidas ou amenizadas
apenas na fase de crescimento.
Quem pode dizer qual a idade ideal para o tratamento é
o ortodôntista e a melhor idade para uma avaliação
não existe. É melhor que ela seja feita cedo,
pois assim é possível programar o tratamento
para uma idade mais adequada ao caso.
Artigo da Dra. Eliana Y. S. Chinen, CRO 32.247, membro
da Odontoclínica Especializada (Ortodontista)
Estética Bucal
A beleza de um sorriso mostra-se através da harmonia
entre dentes, lábios, gengiva, tudo combinando com
os traços faciais de cada pessoa.
O sorriso é um símbolo de felicidade, o "cartão
de visitas", porém nem todos ficam felizes com
o próprio sorriso, e justamente para proporcionar um
belo sorriso existe a odontologia estética ou cosmética.
Hoje dispomos de tecnologia e materiais, muitos recursos para
restaurar, corrigir imperfeições, clarear, alinhar,
aumentar ou diminuir, enfim, dar aos dentes a beleza e a perfeição
idealizadas. Porém, é necessário criar
uma harmonia com o rosto todo.
Antes da fase estética é necessário
que haja saúde bucal, isto é, a boca livre de
cáries, gengivas saudáveis, hábitos corretos
de higiene oral, etc. Após o tratamento básico,
faz-se uma avaliação estética em que
é feito um levantamento do que é possível
melhorar para harmonizar o sorriso, muitas vezes trocando-se
algumas restaurações resolvemos o problema,
em outras é necessário a confecção
de facetas de percelana. Também é possível
fazer plásticas gengivais em que diminuímos
a quantidade de gengiva que aparece no sorriso.
Um belo sorriso melhora a auto-estima, dando mais segurança,
lavanta o ego e melhora o humor.
Artigo da Dra. Márcia Eriko Kawakami Chinen, CRO
34.540, membro da Odontoclínica Especializada (Periodontista,
prótese e estética)
Dente do Siso
Dente do siso é o terceiro molar permanente, também
conhecido como dente do juízo, pois erupciona entre
16 e 18 anos, idade em que se acreditava que os adolescentes
passavam a ter juízo. São em número de
4 dentes, mas freqüentemente encontramos agenesias (ausência)
de 1, 2, 3 ou até 4 dentes, como também mais
raramente encontramos extranúmerários que seriam
quatro-molares.
Os dentes do siso não são dentes fracos, são
dentes normais, que tem sua calcificação iniciada
entre 7 e 8 anos, e a não ser que a criança
tenha alguma doença importante nesta fase, ele não
terá anomalias de formação. O que acontece
geralmente é que ele fica impactado devido a falta
de espaço e perfura a gengiva, permitindo que o dente
sofra a ação de bactérias, alimentos
e placa dental por muito tempo sem ser higienizado, e com
isso, já erupciona muitas vezes cariado.
Nem sempre eles precisam ser removidos, só deverão
ser removidos se não tiver espaço para a erupção
deles e isso poderá causar o apinhamento. Normalmente
o ortodôntista nota a falta de espaço para este
dente precocemente e indica sua exodontia ainda incluso.
O motivo deles doerem ao nascer, é que normalmente
modernos a gengiva que se encontra sobre o dente na fase de
nascimento, e esta menbrana inflama ou até se infecta,
causando muita dor. Chamamos de pericoronarite essa inflamação
da gengiva em volta do dente em erupção, mas
todos os dentes são passíveis de ter esse processo
patológico.
Não devemos deixar um dente incluso. O dente incluso
está fora de sua posição correta e com
isso pode desenvolver processos patológicos como por
exemplo, cisto da retenção, reabsorção
radicular do dente vizinho. O correto é que procure
o dentista para que ele avalie e diagnostique seu caso orientando
voc6e sobre a melhor conduta terapêutica.
Artigo da Dra. Rosana Maria F. de Andrade, CRO 34.622,
membro da Odontoclínica Especializada (Cirúrgia
e implantes)
Desordens temporomandibulares ou DTMs
É um termo utilizado para designar uma série
de alterações que comprometem a articulação
temporomandibular (ATM), os músculos mastigatórios
e demais estruturas associadas. Estima-se que 20% da população,
normalmente, pessoas do sexo feminino, com idade entre 25
e 40 anos, têm alguma alteração na ATM,
musculatura facial e/ou cervical.
Traumas diretos ou indiretos a ATM, músculos ou ligamentos
da face associados à ocorrência de hábitos
parafuncionais como ranger (bruxismo) ou apertar os dentes,
mastigação unilateral e/ou de alimentos duros,
abertura excessiva da boca, roer unhas, morder os lábios
ou objetos e mascar chicletes podem causar essas desordens.
Hábitos posturais inadequados, alterações
emocionais, alterações eclusais também
podem estar presentes e precisam ser abordados durante o tratamento.
Os sinais e sintomas mais comuns são dor ou cansaço
nos músculos da mastigação, dores de
cabeça, dores e estalos na articulação,
sensação de travamento da mandíbula,
redução de abertura bucal, dor e modificação
do encaixe dos dentes, alterações no ouvido
(dor, sensação de entupimento, zumbidos e redução
da audição).
O tratamento consiste no diagnóstico dos fatores relacionados
ao aparecimento e manutenção dessas desordens.
O diagnóstico deve ser feito a partir da avaliação
dos sinais e sintomas associados e do exame das ATMs e da
musculatura facial e cervical. O programa para controle dessas
desordens inclui o uso de medicações relaxantes
musculares, anti-inflamatórios e analgésicos,
fisioterapia caseira e assistida por um fisioterapeuta (através
do uso de aparelhos como ultra-som, laser, tens e/ou da prática
de alongamentos e correção postural), placas
oclusais, infiltrações com anestésicos
e anti-inflamatórios, correções dentárias
(confecção de prótese, uso de aparelhos
ortodônticos, ajuste em restaurações,
etc).
Artigo da Profa. Dra. Roberta de Abreu Venancio Tamanini,
CRO 71.908, membro da Odontoclínica Especializada (Mestre
e doutoranda em reabilitação oral e dores orofaciais)
Tratamento Endodôntico
O tratamento endodôntico é a remoção
do tecido mole que se encontra na parte mais interna do dente,
responsável por sua vascularização e
inervação, o que recebe o nome de polpa ou popularmente,
"nervo".
O tratamento endodôntico deve ser indicado quando há
dor espontânea, latejante, difusa, exarcebada por estímulos
térmicos ou mastigação, presença
de abscesso (inchaço na face ou gengiva) ou ainda em
casos onde há necessidade de tratamento protético
(colocação de pinos).
Nem sempre que um dente dói deve receber tratamento
endodôntico. Os dentes podem ter resposta dolorosa a
qualquer estímulo fora do normal: frio intenso, calor
intenso, doce e salgado. Esses sintomas são observados
em dentes cariados. O colo exposto (retração
das gengivas) e em dentes submetidos à carga intensa
(durante a mastigação). Nesses casos, removendo-se
a causa, cessa a sensibilidade.
O tratamento pode ser realizado em uma ou mais sessões,
dependendo das características de cada caso (número
e curvaturas das raízes, condições de
inflamação e infecção). Atualmente,
a utilização de novas técnicas, a descoberta
de anestésicos mais potentes, medicamentos intra-canais,
materiais obturadores tornam o tratamento praticamente indolor.
Am algumas situações a prescrição
de anti-inflamatórios e antibióticos se faz
necessário.
Não é comum sentir dor após as sessões
do tratamento, apenas uma leve sensibilidade, nas primeiras
48 a 72 horas após o tratamento, decorrente da aplicação
do anestésico e da manipulação do dente,
e que pode ser resolvida pela ingestão de analgésicos/anti-inflamatórios.
Quando se trata o canal o dente não escurece. O que
acontece é a perda do brilho, o que dá um aspecto
mais amarelado. O escurecimento acentuado pode acontecer quando
há hemorragia, mortificação pulpar (necrose)
pu traumatismo, antes do tratamento, o que pode ser minimizado
com a utilização de agentes clareadores.
Se o tratamento endodôntico não for realizado
pode ocorrer a formação de uma lesão
na região apical (infecção na raiz e
nos tecidos vizinhos), com conseqüencias mais sérias,
como dor intensa, inchaço, frebe e bacteremia (disseminação
de bactérias na corrente sangüínea).
Artigo do Dr. Ronaldo Tomanini, CRO 80.036, membro da
Odontoclínica Especializada (Endodontista)
Odontoclínica Especializada
Av. Caibar Schutel, 254 - Vila Santa Cruz
Matão-SP
Fone: (16) 3382 2808 - 3382 4237
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